sexta-feira, 31 de agosto de 2012


Olá boa noite meninas!
Encontrei uma matéria em vídeo sobre a produção do biocombustível a partir da semente de mamona, muito interessante, atrela à produção do biocombustível a inclusão do pequeno produtor em uma região duramente castigada pela escassez de chuva. Essa é sem duvida uma iniciativa acertada e sustentável. 
Por Francisca Iramí Alves. 
  

terça-feira, 28 de agosto de 2012

O etanol brasileiro e a Rio+20

Olá, hoje podemos verificar que apesar dos problemas apresentados pela produção do etanol no Brasil, esta foi aprovada pelos parâmetros da Rio+20. A partir da charge é possível perceber que a produção brasileira é bem vista por alguns e como complemento a isso podemos ler a notícia abaixo, a qual a Presidenta Dilma alega que estamos crescendo, incluindo e protegendo, fatores muito importantes para o desenvolvimento sustentável.


Quinta-feira, 14 de junho de 2012 às 13:12
Produção de etanol no Brasil cumpre proposta da Rio+20, afirma Dilma 
A presidenta Dilma Rousseff afirmou hoje (14), no Palácio do Planalto, durante cerimônia de outorga do selo de boas práticas às indústrias da cana-de-açúcar, que a produção de etanol no Brasil cumpre a proposta da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, que é crescer, proteger e incluir. 

“Nós estamos dando um passo, portanto, no sentido de cada vez mais mostrar que é possível sim – e esse é o tema da Rio+20 – produzir, respeitando o meio ambiente e a legislação social, produzir energia limpa. Além disso, fazendo um processo de inclusão social, no qual o direito dos trabalhadores assume um papel relevante e de destaque (…) Nós, neste ato e nas vésperas da Rio+20, estamos de fato mostrando que o tema da Rio+20, que é crescer, incluir e proteger, está concretizado aqui hoje no setor sucroenergético.”, disse. 

Segundo Dilma, a produção de etanol no Brasil não pode mais ser acusada de contribuir para o desmatamento da Amazônia ou de utilizar trabalho escravo. Para ela, as acusações sócio-ambientais eram usadas para diminuir a importância do etanol brasileiro, mas, hoje, o setor respeita as legislações ambiental e trabalhista. 

“Esse prêmio hoje, que é fruto de uma parceria, ele também demonstra que, em um país civilizado e democrático, é possível estabelecer numa mesa um diálogo adequado entre trabalhadores, empresários e governo e esse diálogo resultar num ganho competitivo para os empresários, num ganho, eu diria assim, ético para o país, e, também, num ganho fundamental dos trabalhadores, que é o reconhecimento dos seus direitos, e garantir aos trabalhadores as melhores condições de trabalho possíveis”. 

A presidenta afirmou ainda que graças ao etanol o Brasil tem uma matriz energética entre as mais renováveis do mundo.

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Olá, boa noite caras colegas!
Sobre o que motivou a escolha da charge, gostaria de elencar alguns critérios considerados. Primeiro por que ela mostra o consumo do álcool – combustível, que de certa forma, é menos danosa para o meio ambiente do que os combustíveis derivados do petróleo; depois porque a foto por si só passa uma mensagem verde e eu associei este fator à preservação ambiental e a uma atmosfera livre de dióxido de carbono. É claro que ela pode passar uma imagem negativa se for associada ao modelo produtivo brasileiro, principalmente, porque os prédios que aparecem ao lado passam a impressão de estarem sucumbindo diante da expansão dessa atividade produtiva.
Por Francisca Iramí Alves

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A biomassa na produção de combustíveis - o etanol

Por Fábio Reynol, da Agência Fapesp. Disponível em: http://pensandoprafrente.blogspot.com.br/2010/03/sustentabilidade-energetica-comecara.html

Etanol – álcool combustível
A produção de álcool combustível no Brasil teve início na década de 1970 com  o Proálcool (Programa Nacional do Álcool) que tinha como prioridade diminuir a dependência do Brasil do combustível externo, já que o mundo vivia a crise do petróleo.
O programa acabou ficando muito caro e foi abandonado pelo governo militar. Na década de 1990, com o aquecimento global voltou-se a produzir álcool combustível, desta vez o Brasil ganhou notoriedade como exemplo a ser seguido em tempos de aquecimento global.
O Brasil Leva vantagem nesse tipo de produção por conta da vocação do solo para a produção da cana-de-açúcar, da estrutura fundiária concentrada que favorece a produção no sistema de monocultura. Com certeza alguns brasileiros deverão ganhar muito dinheiro com a produção do etanol.
Se pensarmos na produção do álcool combustível como alternativa para construção de uma matriz energética menos danosa para o meio ambiente, a iniciativa é boa, no entanto se pensarmos em termos de estrutura fundiária, a produção favorece, e de certa forma, perpetua o modelo que aí está com muitos brasileiros não tendo acesso à terra. A terra deixa de cumprir a sua função social que é garantir o sustento daqueles que precisam.
Enquanto ruralistas defendem a produção com todas as suas forças e interesses e o governo brasileiro endossa a iniciativa que tem um peso muito grande na economia brasileira, as organizações engajadas com as causas do meio ambiente vão na contramão, alegando que a produção do etanol em larga escala ameaça a sobrevivência de biomas como o amazônico.
A produção do etanol ainda vai gerar muita polemica porque ele faz parte do “combustível” que faz a roda das economias mundiais continuar girando, e isso faz despertar os instintos mais obscuros em países como os EUA, por exemplo, que dependem do combustível externo para manter sua economia funcionando,  e não enxergam com bons olhos o  desempenho nesse setor de um país em desenvolvimento com o Brasil. Muitos empecilhos deverão surgir ainda e o governo brasileiro deve agir com ponderação para não cometer excessos. É preciso planejar para crescer de forma sustentável, e o Brasil pode crescer se souber criar estratégias e gerenciar o crescimento com sabedoria.
Por Francisca Iramí Alves.